... apertou na mão algumas folhinhas de manjericão que apanhou pelo caminho. Se a chuva engrossasse correria, mas andar em passos mais largos e sentir a água mergulhar pescoço a baixo a fazia mais acordada. Precisava desse choque da água fria ao pulso quente de bochechas rubras, depois da manhã despretensiosa enroscada em pernas, lambendo a extensão toda de pele que era de costas, barriga, de nuca. Da extensão toda de cheiros que aquele homem carregava e que ela poderia descrever ainda de olhos fechados, roubando aromas de frutas...