aqui nublou, depois de 4 meses sem cair uma gota nesse chão, o céu apretejando parece uma prece, bom aviso de que água vem mesmo pra lavar essas beiras de cá, lavar o peito, florir as copas, fazer música nas telhas. Uma coisa de amor estranha me abateu, saudade também....selfdesábadonublado é o nome dessa foto.
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24 de setembro de 2011
6 de setembro de 2011
Um auto retrato
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24 de agosto de 2011
Há procura por ternura
[ tatiana reis ]
há dois anos fotografando uma apresentação de acrobacias aéreas do grupos ARES em plena praça da Sé, me deparei com essa cena. Num determinado momento os atores jogavam flores de crepom do alto do prédio, e o público interagia ao pegar essas flores. Esse senhor, um morador de rua, foi o único que ao colher a flor do céu, buscou o seu perfume.
voltei pra casa aquele dia tocada com a delicadeza.
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12 de abril de 2011
A lua vermelha.
Na correria dos dias, subi a w3 escutando uma música bonita, mas nada me acalmava. Trabalho, trabalho e eu que não sabia que iria filmar pela primeira vez, fiz uma subjetiva que me fez lembrar desse filminho do qual muito me apetece. Na verdade saí trêmula dessa experiencia e decidi comer um doce divino. Pensando muito no que me aguarda em casa, e nos cafunés que mereço, me emocionei. Entendi que muito desse estress é puramente TPM e depois de me deparar com a imagem linda de Elizabeth Lacunzaa, a sua lua vermelha me trouxe paz.
ou seria o açucar?
hummm
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24 de agosto de 2009
6 de agosto de 2009
bruta flor do querer...

"Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do querer que há e do que não há em mim"
A música é do Caetano e o mundo, que brilha lindo todo dia no canto da sala, é da série Neon Marginal do Daniel Bernadinelli, .
31 de julho de 2009
21 de julho de 2009
Quando estive em Brasília.

...felicidade declarada, escancarada na serenidade que é estar em casa. Conversar horas e horas com os meus foi experimentar o tempero que me afaga. Durante esses tempos pelo Cruzeiro pude dar largas e sonoras gargalhadas com meus irmãos, apresentar a cidade ao namorado paulista, brincar de sotaques, reencontros e serelepices. Brindei o céu que engolia a gente num azul absurdo, à seca que já amarelava os gramados e pontuava caliandras vermelho sangue pelo cerradão.Foi a delícia necessária pro retorno ao segundo semestre, ao estranhamento que ainda sinto na cidade caos.
(Caliandra é esse flor linda e também o nome do personagem que eu brincava no Seu Estrelo, grupo de encatamentos do cerrado, vivo e colorido!)
(Caliandra é esse flor linda e também o nome do personagem que eu brincava no Seu Estrelo, grupo de encatamentos do cerrado, vivo e colorido!)
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17 de junho de 2009
frrrrrrio.
muito frio no décimo andar lá de casa....estou pensando seriamente em comprar um aquecedor....e ter uma longa relação de amor com a quenturinha que ele libera
3 de junho de 2009
o saxofonista foi embora! VIVA.
No momento escuto Yamandu Costa e a tarde fica mesmo mais linda, até o frio faz sentido assim. É de uma leveza adocicada, que me faz pensar nas mãos da minha mãe acarinhando meu cabelo. Me encheu de amor....
o que me encheu de inspirações foi o blog do Idea Fixa que cada vez mais excelente nos traz vários links de importância! Para os espertos.
o que me encheu de fome foi o perfume da comidinha que passeia pela casa enquanto a Lu cozinha ( dançando Yamandu de vestido florido).
o que me encheu de saudade foi o hiato, um absurdo hiato entre os abraços.
mas de melancolia já me basta a cena da mamãe em meus cabelos, dedos longos, unhas finas, e o sol tão amarelo fogo quanto esse daqui banhando silencioso nossas alegrias.
( mera observação, não tenho nada contra saxofonistas, inclusive o som muito me apetece, mas hino do corinthians foi a gooota!)
20 de maio de 2009
deslize
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29 de abril de 2009
27 de abril de 2009
em casa.

Preciso registrar aqui que hoje, dia 27 de abril de dois mil e nove, comecei a gostar da nossa parede verde da sala. Isso pode ser grave!!!!
22 de abril de 2009
é saudade do narigudo.
E aquela sensação de coração saindo pela boca nunca foi agradavel mesmo, ainda mais quando o que o arrancava da cama quente era o celular. Mas escutar a voz de quem a saudade sopra todas noites, quando o vento lambe a nuca trazendo calafrios, a voz veio doce de leite e amansou o corpo que pelo susto tremia. Marcamos o encontro para beve, e eu já imagino o riso lindo que ao me receber em São Paulo ilustra o que todo meu corpo cansado pelas 14 horas de viagem sentirá, rindo, manso, rindo declarado, rindo de vontade de agarrar pelos braços, morder as orelhas, lamber o nariz e rir de amor. Entrelaçando os dedos, num reconhecer de corpo...e de cheiro. Porque dois narigudos como nós, ótimos em registrar perfumes nos cheiramos discaradamente enquanto a cidade pulsa quente e barulhenta.
14 de abril de 2009
12 de abril de 2009
3 de abril de 2009
Santa Cecília.
E ficamos um bom tempo em silêncio, namorando o que as janelas arregaladas do apartamento nos declaravam. Muito do céu, prédios, antenas, o trânsito de pessoas caminhando cansadas, carregando sacolas, cachorrinhos encouleirados. Ventania o céu que se tingia chumbo, o sangue que me corria tão quente, em festa pelo novo.Nos mudamos, ventania. E amanhecer em casa foi uma das melhores sensações que pude ter depois de largar a terra vermelha de lá.
27 de março de 2009
25 de março de 2009
...

Foi bom de observar, a luz que te abraçava pela manhã. Amiudada, ganhando rumos em tão pouco tempo. Na cama ainda, te vi levantar zonzo, e se vestir tao lentamente, que o barulho do tecido contra a pele me dava ainda mais sono.
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