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25 de janeiro de 2011

As manhãs que passei com ela.


Como do cheiro de cimento molhado...sabe?
Bala de gengibre, eu passava a ponta dos dedos
nas faixas dos vinis.
Cantarolava melodia doce que era pra te ver com mais calma. Banho de mangueira... você ria tanto, com o nariz vermelho.
Lembra? Contei alguns fios brancos, contei as joaninhas que passearam pela grama..nunca mais vi joaninhas. E é sério.

1 de fevereiro de 2010

qualquer.

Qualquer brilho, qualquer estrela, qualquer sol referêncial é um ponto hipnótico embrutecedor.

Balada de um Palhaço de Plínio Marcos

26 de novembro de 2009

aproveite e escute música no caminho...

[ dpadua ]

o dani se encantou,

e aqui ficou aquele gostinho bom de cajá gelado e liberdade que ele ensinou.
não estancar, entender que é fluxo e sentir, intensamente a ventania que for. sem sofrer, sem perder a calma, ressignificando o caminho, compartilhando e fazendo amor
sempre.
o dani foi um dos maiores incentivadores do meu trabalho, foi um querido companheiro, amante batuqueiro, pirata sonhador, ativista guerreiro que nos deixa assim pulsando de saudade.

aqui um pedaço da homenagem dos amigos a ele no V Festival Brasília de Cultura Popular festejo pelo qual ele fez parte por anos e com certeza estava ali no meio da gente sambando lindo e serelepe.